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Trump derruba o muro de Berlim | Artigo Folha de S. Paulo

O tarifaço do Trump equivale para a história o mesmo que a queda do muro de Berlim. A experiência do comunismo já havia fracassado e o comércio entre os países já estava em expansão. Mas foi a queda do muro que simbolizou o fim da guerra fria e o começo de um novo período histórico conhecido como a Era da Globalização.

Durante a crise da pandemia os economistas começaram a apontar para o fenômeno do nearshoring, da segurança do fornecimento como mais importante que o custo. Da importância dos países amigos e próximos. Tudo isso eram sinais do esgotamento da globalização. Alguns começaram a chamar esse novo período como o da Desglobalização. O tarifaço dos Estados Unidos coloca um fim nessa Era.

O comércio entre os países não vai parar, mas vai apresentar mais fricção, mais custos, mais inflação. Todos ficarão mais pobres em relação ao período histórico imediato. Muito mais coisas vão mudar, algumas para pior. A Globalização foi marcada pela busca da produção mais barata em qualquer lugar do mundo. O maior vencedor desse período foi a China, com mão de obra abundante e custos reduzidos. O mundo também se beneficiou com a exportação da deflação da China para todos, por mais de 40 anos.

Mas parece que o ocidente se cansou e o Trump deu um basta para a China. O dia 2 de abril de 2025 será marcado como um símbolo do começo de uma nova ordem no mundo. Se no período histórico anterior a China foi a grande vencedora, nesse novo momento outros países serão os novos beneficiados e o Brasil é um sério candidato a receber um vento favorável de popa.

Caberá aos nossos líderes utilizar a sabedoria para capturar tudo que o destino está a nos oferecer. Transformar o Brasil em uma plataforma de exportação segura para os Estados Unidos e todo o ocidente. Ao mesmo tempo capturar toda a exportação friccionada de alimentos dos Estados Unidos para a China, impulsionando ainda mais o agronegócio brasileiro. Posicionar o Brasil como confiável para um e para outro, usufruindo da neutralidade histórica da política externa do Itamarati. Nesses termos, podemos professar que Deus é brasileiro.

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